Nascida e criada em Portugal. Já morei na Polónia, no Brasil, na República Checa e agora é a Suécia que me acolhe.
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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Rotorua - Nova Zelândia

Vista geral de Rotorua

Ditou a sorte que o nosso voo para a Austrália passasse por Auckland, a capital da Nova Zelândia. Assim, depois de visitar o país dos cangurus, passamos uma semana na terra dos kiwis (nome dado aos habitantes da NZ).

Começamos por Rotorua, a cidade fumegante. Rotorua é conhecida pela sua actividade geotérmica, com geysers, fumarolas e poços de lama borbulhante. A própria cidade foi construida em cima da Caldeira de Rotorua, pelo que cheira a enxofre (a.k.a. ovos podres), um pouco por toda a parte. 


 Na margem do lago de Rotorua



Seguimos um pequeno trilho que nos mostrou alguns dos sítios fumegantes da cidade. Não é permitido pisar fora do trilho porque corre-se o risco de ficar atolado em lama ardente! Além do cheiro e do fumo visivel, ouve-se constantemente um borbulhar debaixo da terra. Uma experiência para todos os sentidos!

 As pedras amareladas à beira do lago, cuja cor é proveniente dos compostos sulfúricos.

 O Museu de Arte e História de Rotorua, antiga casa de banhos termais.


 Poço de lama borbulhante

Para nós não era novidade que os habitantes da Nova Zelândia adoram natureza, e isso foi visível em todo o lado. Perto de Rotorua havia vários parques para serem visitados, uns com animais, outros ideais para caminhadas ou passeios de bicicleta e até BTT. O parque que visitamos tinha vários trilhos, todos muito bem sinalizados. Como tínhamos pouco tempo apenas fizemos um trilho de cerca de 2h e foi um passeio fantástico, pelo meio da floresta, com alguns pontos altos com vista para a cidade.



 Cidade vista do trilho

 Verde, muito verde e muitas árvores, como os parques deviam ser em todo o mundo...

 Parte do trilho


 Um campo de Rugby, provavelmente o desporto mais famoso da Nova Zelândia.

Para ter energia para tanta actividade ao ar livre começamos os nossos dias com um pequeno almoço super energético, denominado big kiwi no menu. E se a senhora do café no primeiro dia não acreditou que era para mim enquanto que as panquecas eram para o J. (ficam já a saber que de manhã eu como que nem um elefante)., no segundo dia riu-se quando o pedido foram 2 big kiwi. Era muito bom (a foto nunca vai transmitir o bom que era...).

Big kiwi

Uma outra grande atracção da cidade, aproveitando a sua grande actividade geotérmica, são os banhos termais. À beira do lago há um spa, com vários tipos de piscinas termais. Nós escolhemos as piscinas naturais ao ar livre. Assim, ao anoitecer, com 10º C na rua, estavamos nós em fato de banho, enfiados dentro de piscinas de água quentinha. Havia 4 piscinas com diferentes temperaturas (36, 38, 40 e 42º C). Começamos na mais fria e fomos mudando até à mais quente. Eu não aguentei estar mais de 1 minuto na mais quente, e só mergulhei até à cintura, mas alternar entre as intermédias sabia muito bem.

Uma das piscinas, mesmo à beira do lago, que não se vê porque era de noite.

J. a aproveitar a água quentinha, enquanto eu me gelava até aos ossos a tirar fotos.

Além disso, e como ir ao spa custa dinheiro, cada hotel/motel tem um ou mais jacuzzis. Nós ficamos num quarto com jacuzzi privado e pudemos aproveitar o nosso próprio banho termal (mas desta vez sem enxofre), acompanhado por uma taça de vinho. Um óptimo fim de dia!



Amanhã conto mais histórias e mostro fotos de todos os animais que vi e que comeram na minha mão...

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